OS “TITIOS” ACABARAM…! A CAÇA AO PONTO É ASSIM…!!!
Isto é como a caça…! Chega-se à segunda fase e quer se queira quer não… adere-se à caça do ponto…
Deixa de haver os chamados “titios”, não há espaço para muita nota artística, nas arenas vão vingar aqueles que suarem mais as estopinhas, aqueles que no seu todo espumem mais competência.
Abrem-se portas e janelas ao empenho, ao trabalho, à atitude, à raça, alma etc e tal. O remédio é lavrar em campo… Chegados aqui não há “maradonas nem jacarezinhos…!”
Vamos a isto: a AD Machico e o CSD Câmara de Lobos esgrimiram argumentos esta tarde no Tristão Vaz e no final do jogo deu uma igualdade a uma bola. Que acaba por não satisfazer plenamente a ninguém…

Machico, que vinha de uma primeira fase, pontualmente, mais frutuosa, e com um arranque vitorioso de segunda fase e logo na Choupana, queria engordar mais três pontos… a equipa do concelho de Câmara de Lobos, chegada aqui, em condições normais até poderia aceitar esta igualdade só que ninguém gosta de perder dois pontos no tempo de descontos como hoje aconteceu.
Foi um jogo de muita luta, muito duelo, muita entrega, os jogadores de ambas as armadas, nesse particular, só engrandeceram ainda mais os grupos a que pertencem e as cores que representam, houve muito encaixe e porque não dizer algum respeito de parte a parte… Teve de se esperar um quarto de hora para ver o perigo em doses maiores acontecer.
Martins speedou, ganhou avanço, chapelou com a bola a bater no solo e a beijar a barra… Nada de mais a este nível em toda esta primeira metade…

TRICOLORES PERTO DO GOLO
Na segunda etapa um erro de um defensor, aos 58 minutos, quase deu golo mas Pedro Correia, que havia entrado ao intervalo, não acertou com o alvo…
A ocasião mais flagrante ainda teve a ver com os da casa com uma movimentação ofensiva e com a bola a ser lançada da esquerda mais para dentro com João Gomes a tocar em cima da baliza mas ao ferro…
PIZZI NÃO PERDOA
Quando o Câmara de Lobos teve uma bela oportunidade, aí “Pizzi” foi objectivo e eficiente, não teve dó e enfiou, cerce, a machadada, gizando e concluindo bem o lance. Vivia-se o 69.º minuto e, claro, corria o tempo a seu favor, ainda mais de “bucho” cheio. Mas o tempo é como o vento ou a água nos rios; se corre bem a um também pode correr ao outro e, num último esforço, em tempo de descontos, Gabriel entrou pela esquerda e “disse” ao colega Guilherme Ferreira que era para marcar, com este a fazer a vontade não só a ele mas a toda a nação tricolor.
PS: Os massacres, as goleadas e tal podem fazer crescer o ego de alguns… Adorámos esta luta; assim é que dá pica. Todos pelo seu mas com correcção quando se impunha. Fácil…! Gente galharda… Parabéns





